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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Em SP, moradores podem trocar lixo reciclável por frutas, pães e peixes



Fonte:Thegreenestpost
Por Débora Spitzcovsky
Em Lixo
25 jul 2017


“Reciclou, Levou.” Este é o nome do mais novo programa da prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, que visa incentivar a prática da coleta seletiva entre os moradores da cidade. Como? A iniciativa propõe a troca de resíduos sólidos recicláveis por alimentos.

O escambo acontece no caminhão da Cooperben, Cooperativa de Beneficiamento de Materiais Recicláveis e Educação Ambiental do município, que por enquanto aceita resíduos plásticos – como garrafas PET, embalagens de produtos de limpeza e sacolas plásticas – e óleo de cozinha usado.

Os recicláveis levados até o local são pesados e convertidos em cupons de compra para os moradores. O valor do benefício varia de acordo com o material entregue e com o resultado da balança: 1 kg de PETs, por exemplo, vale R$ 0,70. enquanto um litro de óleo de cozinha usado rende R$ 0,50.

Os cupons podem ser trocados em três diferentes comércios, vinculados à prefeitura: o Caminhão do Peixe, que comercializa pescados, a Panificadora Solidária, que vende pães frescos, e a Feira da Economia Solidária, que oferece frutas, verduras, legumes e hortaliças a preços acessíveis para os consumidores.

Um bom jeito de incentivar a população a reciclar seu lixo, não?

Se você mora em Guarujá e quer saber onde está o caminhão da Cooperben, basta acompanhar o Facebook da Prefeitura. Semanalmente, eles divulgam a programação do Caminhão do Peixe, que é a mesma do caminhão da cooperativa.

Foto: Gilberto Benzi/Arquivo Pessoa
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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Reciclagem: Condomínios transformam lixo em lucro

Fonte: Condomínios SC
30/agosto/2016 - Beatriz Carrasco




Iniciativas promovem a reciclagem – inclusive de orgânicos – para utilização final no próprio condomínio, além de remuneração e troca de benefícios com empresas.

Em 2015, mais de 200 mil toneladas de lixo foram produzidas apenas na capital catarinense, o que corresponde à média de 600 toneladas por dia. Imagine que, ao invés de despejar essa quantidade de resíduos em aterros sanitários – contaminando toda a natureza do entorno -, o lixo fosse transformado em adubo para plantas e alimentos, novos materiais para circulação, fonte de empregos e até mesmo renda para os condomínios? Pois essa prática já existe e tem ganhado força na Grande Florianópolis.

A coleta seletiva pública é feita na capital catarinense desde 1988, pela Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap). Segundo a companhia, hoje são atendidos 100% dos bairros, porém 90% dos domicílios, já que não há condições da coleta de porta em porta “pelas características geográficas” da cidade. Os recicláveis, então, são doados a associações de triadores e catadores da região – cada tonelada economiza ao município R$ 126 de serviços de transportes e aterramento.

Além da coleta seletiva realizada pelos municípios, cresce o número de empresas que oferecem serviços de gestão de resíduos focadas no conceito do lixo zero – e isso inclui os orgânicos, sobre os quais ainda persiste a ideia de que não é possível reaproveitá-los. A Recicle Aqui é uma delas, com programa que funciona da seguinte maneira: o síndico solicita a visita de um técnico, que apresenta o projeto e verifica as condições de armazenamento e geração de resíduos no local. Uma proposta comercial, então, é apresentada, e o condomínio passa a fazer a separação dos recicláveis em grupos.

“Quando os materiais recicláveis estocados atingem a quantidade programada, o síndico, por agendamento, solicita a retirada dos materiais, que são levados ao galpão onde são pesados, registrados no sistema e é feito posterior pagamento ao condomínio”, detalha o engenheiro Thiago Arlindo Pereira, gerente de projetos da empresa, ao explicar que o pagamento é feito por quilo, de acordo com o material.

A empresa ainda oferece ajuda ao condomínio que precisa adequar o local de armazenamento – o grande embate para os edifícios com área comuns pequenas -, além de disponibilizar sacarias para o depósito do lixo. “Realizamos visitas diárias a novos condomínios. Os síndicos, assim como os condôminos, estão muito interessados em praticar a reciclagem, visando não apenas o benefício financeiro, mas a certeza de que o material coletado seguirá para a destinação correta, voltando para a indústria e deixando de ir para aterros sanitários”, frisa Thiago.

Também na Grande Florianópolis está a empresa Novociclo, que oferece um serviço de planejamento de locais para armazenamento, treinamento da equipe de limpeza, operação de coleta de todos os resíduos, com acompanhamento por plataforma on-line e consultorias periódicas. A remuneração ao condomínio é feita através de um sistema de pontuação para os itens reciclados, que é revertido em descontos na mensalidade e produtos de limpeza ecológicos ou adubo.

Síndico Edson Machado Pinto implantou um sistema de compostagem que transforma os resíduos orgânicos do condomínio em adubo.

Lixo vira adubo

Enquanto algumas pessoas preferem ignorar o destino final de todo o lixo produzido diariamente, o síndico profissional Edson Machado Pinto decidiu transformar em vida o que poderia ser simplesmente descartado e poluir a natureza. Isso porque ele decidiu implantar no Condomínio Jardim Rio Tavares, no Sul da Ilha, um sistema de compostagem em que todos os resíduos orgânicos das casas, além das podas e galhadas, são transformados em adubo a ser utilizado pelos próprios moradores.

Após o intenso trabalho de conscientização e motivação, os moradores gostaram da ideia e aprovaram o projeto em assembleia. Um sistema com montagem de leira de compostagem termofílica, então, foi projetado para que todo o trabalho seja feito no próprio condomínio. Para isso, uma empresa especializada foi contratada para realizar a trituração do material e o manejo da composteira. Os outros recicláveis, por sua vez, são recolhidos por catadores conhecidos – iniciativa que o síndico profissional aplica também em outros edifícios.

“É preciso desenvolver a consciência social dos moradores, para que eles entendam que a separação adequada dos resíduos recicláveis no condomínio permite, no mínimo, que famílias de catadores tenham uma base de sustento mais fácil, e que o município gaste menos com a logística desses materiais”, destaca Edson.

Como funciona a coleta seletiva em Florianópolis

Os recicláveis comuns: Plástico, papel, vidro e metal.
Para onde vai: Material é doado a associações de catadores.
Locais de coleta: Todos os bairros de Florianópolis, com 90% dos domicílios atendidos.
Periodicidade: 6 vezes por semana nas regiões comerciais do Centro e Estreito / 2 vezes por semana nos bairros do Continente, Jurerê Internacional e parte da Bacia do Itacorubi / 1 vez por semana nos demais bairros e balneários.

Fonte: Comcap

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O perigo das lâmpadas fluorescentes - Ambientes



Quais são as lâmpadas que você possui na sua casa ou empresa?
Nos dias atuais é difícil você não ter em sua casa uma ou mais lâmpadas fluorescentes, uma novidade surgida em 1857 inventada pelo físico Francês Alexandre Becquerel que tinha anteriormente investigado o fenômeno da fluorescência e da fosforescência. Em 1901 o Americano Peter Cooper Hewitt registrou uma patente nos EUA de uma lâmpada de vapor de mercúrio.

A lâmpada de baixa pressão em arco foi o primeiro protótipo das luzes fluorescentes que temos hoje em dia. Elas são compostas pelo mesmo vapor de mercúrio que quando excitado por uma descarga elétrica provoca luminescência. As lâmpadas fluorescentes tiveram a sua grande ascensão durante a segunda guerra mundial e em 1951 era produzida mais luz originária de lâmpadas fluorescentes que por lâmpadas incandescentes.

Só que muita gente não sabe o perigo para a saúde e o meio ambiente que essas lâmpadas oferecem. As lâmpadas que iluminam nossas casas parecem simples e inofensivas. Entretanto, após utilização ou queima, seu descarte inadequado no meio ambiente representa perigo à contaminação nos organismos vivos.

A sua grande vantagem é que elas gastam menos energia. E a grande desvantagem - é que cada uma delas tem mercúrio em seu interior, um metal pesado com pesadíssimos efeitos sobre a saúde humana.

Apesar da quantidade de mercúrio em cada lâmpada individual não ser grande, o risco pode ser maior do que considerado até agora.

O problema é que, uma vez quebrada, uma lâmpada fluorescente libera vapor de mercúrio continuamente no ar - durante semanas e até meses. E o valor total dessa emissão pode exceder os níveis seguros de exposição humana em lugares com pouca ventilação.

É impressionante os riscos potenciais associados com a liberação de mercúrio das lâmpadas fluorescentes compactas quebradas e para as ameaças à saúde humana, que nem sempre têm sido consideradas pela população.

Os testes usados pelas autoridades de saúde não conseguem captar todo o risco potencial das lâmpadas compactas porque elas liberam vapor de mercúrio continuamente quando se quebram.

Em caso de quebra acidental todo mundo vai ter que sair da sala/quarto, pelo menos por 30 minutos, devido aos vapores tóxicos que se espalham pelo ambiente!

As lâmpadas que contêm mercúrio (venenoso) causam enxaqueca, desorientação, desequilíbrios e diferentes outros problemas de saúde quando seus vapores são inalados. Em pessoas com alergias, causa problemas de pele e outras doenças graves se forem tocado e/ou inalado.

Além disso, o ministério da saúde alerta para não usar aspirador de pó para coletar os restos da lâmpada quebrada, pois a contaminação (por mercúrio) se espalhará em outras regiões da casa quanto você estiver usando o aspirador de pó novamente. Se tiver em casa uma máscara descartável (daquelas usadas para proteção do vírus da Gripe H1N1), use-a evitando inalar o vapor do Mercúrio.

Use uma luva de borracha para pegar cuidadosamente os cacos da lâmpada quebrada, inclusive o que sobrou dela.

Coloque os cacos/sobras da lâmpada sobre um pano/flanela velha (nunca use jornal) embrulhando bem, e coloque (o pano com os cacos) dentro de um saco plástico. Amarre a boca do saco plástico.

Descarte o saco plástico (com os resíduos da lâmpada) em local adequado para descarte de baterias de celular ou pilhas comuns (algumas lojas e supermercados tem este serviço).

O mercúrio é mais venenoso que o chumbo ou arsênico!

Mais: ilosa.terapias@gmail.com

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"O lixo jogado no mar um dia volta. Pra todo mundo." - Mesmo quem nunca jogou lixo na praia, um dia poderá sofrer com as suas consequências.




A Script criou uma ação para a Surfrider Foundation Brasil, chamada "Devolução". A ação tem como objetivo conscientizar e alertar as pessoas sobre as consequências do lixo deixado nas praias cariocas.
A partir de um mailling de surfshops e ONGs conveniadas, foram enviadas para a casa das pessoas, via correio, 10.000 caixas contendo objetos despejados nas areias.
Além de copos plásticos, papéis de picolé, latinhas e garrafas d´água, cada caixa também continha uma etiqueta com a seguinte mensagem:
"O lixo jogado no mar um dia volta. Pra todo mundo." - deixando evidente que mesmo quem nunca jogou lixo na praia, um dia poderá sofrer com as suas consequências.
A ação também foi realizada em bares da cidade do Rio de Janeiro.

Ficha Técnica:

Agência: Script
Diretor de Criação: Ricardo Real e Marcello Mendes
Redator: Felipe Machado
Diretores de Arte: João Paulo Medeiros e Thiago Manhães
Produtora: TCO Filmes
Produção Executiva: JP Braga
Direção: JP Braga
Direção de Fotografia: Nando Azevedo & Fernando Fernandez
Edição: JP Braga
Color Grading: Nando Azevedo
Trilha Sonora: Buena Música (Daniel Medeiros, Leo Cruz, Marcelo Frota)

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